Resenha: De Repente, Ana por Marina Carvalho

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Sinopse: Ana decidiu viver permanentemente na Krósvia, e tudo está às mil maravilhas. Além do namoro cada vez mais sério com Alexander, ela tem um emprego fixo na embaixada brasileira e dedica parte de seu tempo às meninas do Lar Irmã Celeste. Mesmo cumprindo tantos compromissos sociais como princesa, Ana nunca foi tão feliz. Porém, de uma hora para outra, tudo muda. Seu pai, o rei Andrej Markov, sofre um grave acidente e vai parar na UTI. Não resta alternativa: Ana vai ter que assumir o trono da Krósvia e governar a nação. Pouco – ou quase nada – familiarizada com a função, ela vai precisar de ajuda não só para reger o seu país, mas também para manter perto de si aqueles que ama. Muita gente está interessada no seu fracasso.
Título: De Repente, Ana - Simplesmente Ana #2
Autor(a): Marina Carvalho
Páginas: 320
Editora: Novo Conceito
Avaliação: 3/5

Simplesmente Ana foi um livro do qual não estava esperando nada, mas acabou se tornando uma leitura super agradável, divertida e viciante. E foi esperando uma leitura tão leve e apaixonante quanto a anterior que peguei De Repente, Ana para ler. Mas, infelizmente, a Marina Carvalho não conseguiu me ganhar tanto quanto no anterior.



Há dois anos Ana descobriu, de uma hora para outra, que era filha do rei da Krósvia, um pequeno país que não conhecia, fazendo dela uma princesa. Assim ela se viu conhecendo um pai que nunca imaginou encontrar e se apaixonando pelo cara mais inesperado de todos. Mas, depois de todas as loucuras e dificuldades do começo, Ana se vê agora em uma época muito confortável de sua vida. Ela mora na Krósvia, trabalha na embaixada e está mais apaixonada do que nunca por Alexander. Porém, durante uma merecida viagem de férias dos dois no Brasil, eles recebem a notícia de que o pai de Ana, o rei Andrej, sofreu um acidente e está na UTI, deixando para ela a função de assumir o seu lugar no comando do país.

Acho que o que mais me incomodou em De Repente, Ana é que não houve evolução em relação ao primeiro livro. Sim, a estória em si avança, mas os personagens, a narrativa e todos os outros elementos que compõem o enredo continuam na mesma. Eu comentei na resenha de Simplesmente Ana que me incomodei um pouco com a narrativa da Marina Carvalho e é um pena que o mesmo continua nesse segundo livro, e isso acontece porque a autora escreve algumas vezes de forma crua e superficial demais, dando em certos momentos a sensação de que o texto não tem um desenvolvimento natural. O que eu acho que falta é uma elaboração maior da escrita e um pouco de trabalho mais emocional.

O romance foi um dos pontos que mais me agradou no volume anterior, por ter aquela característica de envolver o leitor, de fazer quem está lendo torcer com todas as forças para que os dois fiquem juntos. E por mais que eu tenha sentido que a interação entre a Ana e o Alex foi muito mais intensa em Simplesmente Ana, nesse livro você consegue perceber a força do que eles sentem um pelo outro e não tem como não amar acompanhar o desenvolvimento do casal. Na verdade não tem como não amar o Alex, ele é um personagem incrível de se conhecer e acompanhar.

Eu achei a ideia do conflito principal do livro super interessante, dava para se trabalhar muitos aspectos que foram um pouco que deixados de lado anteriormente. E mesmo que as principais revelações tenham sido bem óbvias, eu gostei de como essa parte da estória foi desenvolvida e principalmente os efeitos que eles causaram em outros focos da estória como, por exemplo, a relação da Ana com o pai, algo que tinha deixado muito a desejar no primeiro livro.

Sinceramente eu ainda prefiro muito mais Simplesmente Ana, não que De Repente, Ana seja ruim, apenas não conseguiu ser tão bom quanto o primeiro e não conseguiu mostrar uma evolução tão grande ou uma razão de ser. Mas para qualquer um que gostou do primeiro livro De Repente, Ana é uma leitura que vale muito a pena e que com certeza vai agradar.
Como que para deixar claro para todos ao redor o tipo de relação que tínhamos, puxou-me para um beijo intenso, desses que fazem os dedos dos pés se dobrarem de alegria.
Mas aqui estou eu: inteira, feliz, vivendo meu conto de fadas maluco.

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